Quintas de Poesia, com Miguel Martins – 2ª sessão, 18/10, 22.30h – Entrada livre


Demiurgo, chamam-lhe alguns; estúpido, a maior parte: eis Miguel Martins, o bardo, de regresso ao bar d’A Barraca, para mais uma noite encantatória, à maneir...
a do melhor a que nos habituaram os estúdios da Disney.

Desta vez, o poeta que, digamos assim, vai ao castigo não é outro que não Guerra Junqueiro, nome maior das letras finisseculares de Freixo de Espada à Cinta e, a época, proprietário de uma das mais prósperas roulottes de francesinhas da Capital do Norte, chegando a facturar para cima de oitocentos mil reis em noites de clássico.

Quanto a convidados, um homem que dispensa apresentações: Luís Henriques, ilustrador de renome, autor de livros como “Babinski” ou “O Espírito da Colmeia”, que marcaram indelevelmente sucessivas gerações assim de miúdos como de graúdos. Luís Henriques (“o tripé humano”, “o quebra-nozes” ou “a anaconda da Graça”, como também é conhecido, por motivos que não vêm ao caso) ilustrará ao vivo a leitura realizada. Essa ilustração será, eventualmente, objecto de venda ao público, ao preço da uva mijona.

Quem não aparecer é amiguinho do Duarte Lima.

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